19 de dez. de 2014

O Natal vem chegando...




Nesta oportunidade quero agradecer aos internautas e amigos (virtuais e reais) que me visitaram neste espaço durante o ano que finda. E desejar a todos boas festas e um ano bom pleno de paz e de realizações - e que toda esperança se confirme! Até 2015. Abraços, queridos.

Veja aqui uma história de Natal

3 de nov. de 2014

Book Crossing Blogueiro - 2



Uma família de retirantes vagueia pelo sertão sob sol abrasador: Fabiano, Sinhá Vitória, dois meninos, a cadela Baleia e um papagaio. Este, com um resto de farinha, virou almoço. Chegam a uma fazenda abandonada e se aboletam ali. Vem a chuva, o verde renova a paisagem, a vida explode. Agora Fabiano é o vaqueiro da fazenda, cujo dono retornou com a chuva. Sinhá Vitória só quer uma cama nova, com lastro de couro, confortável, para substituir a cama de varas que lhe mói o corpo. Festa de Natal na cidade.

Baleia adoece – sarnenta – e tem que ser sacrificada.Vem a arribação puxando mais uma seca. Morrem  os animais. E novamente a família parte, fugindo, buscando um pouso, outro inverno.
Esta obra – Vidas Secas – é a mais conhecida e famosa do autor Graciliano Ramos. Virou filme de Nelson Pereira dos Santos (1963) com Átila Iório e Maria Ribeiro. Ao ser exibido em Cannes suscitou muito burburinho por conta do realismo da morte da cachorrinha Baleia. O animal foi levado a Paris para provar que estava vivo. Não adiantou muito. “Vira-lata é tudo igual” – disseram os críticos.


1 - Viajante: Vidas Secas, de Graciliano Ramos
      Início da viajem: 03/11/2014

2 - Viajante: As três Marias & Papo de Mulher (cordel), de Dalinha Catunda
       Início da viajem: 16/11/2014

3 - A Bruxa de Portobello, de Paulo Coelho
      Início da viajem: 16/11/2014

4 - Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
      Início da viajem: 16/12/2014

5 - Dom Casmurro, de Machado de Assis
      Início da viajem: 16/12/2014

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4 de set. de 2014

Amigos para sempre

Era o ano de 1965. O carioca chegava, de terno e gravata e mala na mão. Já se vê que não era um carioca típico. Da varanda do segundo andar, os “bichos” chegados anteriormente davam as boas vindas jogando bombas d’água – sacos plásticos cheios e amarrados na boca. O carioca não se livrou do bombardeio amigo.
Já no alojamento do 2º andar, um “bicho”, vizinho a três armários do seu, lhe entregou vassoura e rodo para que fizesse faxina nos banheiros. O carioca não se abalou, arrumou suas coisas no  armário e foi fazer a faxina, já acostumado, pois servira quatro meses no exército.
O que o mandara à faxina era “barriga verde”; barriga verde não, estes são do litoral, ele era da serra catarinense, de Lages, embora nascido em São Joaquim; e se formara no Ginásio Industrial de Florianópolis, que àquela altura ainda não era Floripa.
Veio o “baile do bicho”, evento oficial de boas-vindas aos calouros. O catarinense queria ir mas carecia de roupa adequada. O carioca nem sabia dançar, tinha terno e gravata, o catarinense foi bailar.
Foi o início de uma amizade duradoura.
Formaram-se e serviram ali mesmo, na escola. Arrimo de família, o do sul trouxe mãe e irmã. Moraram os quatro na mesma casa. Como uma família. Os dois, não sendo irmãos, eram.
Mas a vida que promove encontros também engendra separações: o catarinense casou-se, o carioca foi-se ao Rio de Janeiro. Ainda se viram algumas vezes, depois desgarraram-se, perderam o contato. Nunca mais souberam um do outro.
2014. Mais de trinta anos se passaram.
Nome completo do catarinense no Google, vários verbetes, aposentadoria de promotor público, endereço, telefone… Viva a Internet!
E lá se foi o carioca ao encontro do passado.
Que bom rever o amigo, saber que está bem, apesar de viúvo; que bom rever parentes do amigo, irmão, irmã, cunhada; que bom conhecer filhas e netas do amigo. Que bom caminhar com ele no calçadão da praia, rememorando, jogando conversa ao vento e olhando as moças que passam.

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31 de jul. de 2014

Contando histórias


“Galo, galinha e pinto” é sem dúvida um dos livros infantis mais gostosos que já li. Carregado dessa magia envolvente da contação de histórias, em especial daquelas que pais, avós, gente carinhosa conta para os pequenos antes  de dormir. O livro nos leva pela mão e pelos sonhos. Uma verdadeira viagem entre versinhos.
                                                                                                        Adriana  Kairos


Um contador de histórias (avô?) e a menina ouvinte (netinha?); o contador conta, a menina esperta rebate, contesta, critica ou comenta a história e pede ao contador que conte outra. Ponto e contraponto construindo a estrutura do livro, até a quinta e última história, quando o sono chega e a menina se despede do contador.

Histórias: Galo, galinha e pinto/Abelhuda e o grilo cantor/A vaquinha Magnólia/Um grilo do campo na cidade/A flor que queria ser mãe.

Esta também não presta - foi corrigido no livro

O autor ainda sugere que os pequenos leitores/ouvintes peguem lápis e deem cor às suas ilustrações; e cheirem, mordam e “comam” o livro de todas as maneiras que a imaginação indicar. É dupla diversão para os pequenos.

Veja aqui mais comentários sobre a obra.

Lançamento
Farei o lançamento na Maré, com as crianças de Adriana Kairos, em tarde de contação de histórias. Melhor ambiente e assistência não pode haver para o meu filhote. Divulgarei dia, hora e endereço, quando tudo estiver acertado.

Para os familiares que não estiverem ansiosos e possam esperar, farei um segundo lançamento em nosso já tradicional encontro de Natal, no dia 25/12. Oportunamente divulgarei a programação do evento.

Para os amigos e familiares que moram perto, é só se comunicarem comigo e entregarei em domicílio, aproveitando para fazer visita. Ou me visitem, oras. Atenção: eu moro em Marechal Hermes - Rio de Janeiro.

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Vamos agora à 2ª parte do comercial, menos agradável mas necessária.

Preço: R$ 15,00. Dois ou mais exemplares - R$ 12,50 cada.
Pedidos, pagamento e envio: 
Os pedidos podem ser feitos preferencialmente pelo meu e-mail jarodriguesventura@gmail.com
Pagamento com depósito bancário em conta corrente (os dados serão fornecidos na transação)
Envio pelo correio, com acréscimo da tarifa postal (R$ 4,00 - um exemplar; R$ 5,00 - dois exemplares - Registro módico nacional)

Nota: Verifiquei a possibilidade de envio por SEDEX A COBRAR, mas fica mais caro e mais complicado para mim e para o leitor.

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